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Guitolão, contrabaixo e jazz manouche encheram o Parque Ecológico Urbano de música

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Nos dias 5 e 6 de setembro, cerca de 2.180 visitantes usufruíram de concertos ao ar livre, de forma gratuita. Guitolão, contrabaixo e jazz manouche encheram o Prado do Parque Ecológico Urbano, num entardecer marcado pela tranquilidade que este espaço oferece.
Sustentabilidade | 9 setembro 2026

Marcado pela calma e pelo contacto com a natureza, o Parque acolheu dois concertos ao final da tarde, com um pequeno palco instalado na clareira do Prado e uma programação de música suave — jazz, música clássica, world music. Ao público, a recomendação era simples: trazer uma manta e assistir na relva.

No dia 5 de setembro, Carlos Barretto, um dos mais reputados contrabaixistas portugueses, e António Eustáquio apresentaram um dos projetos mais singulares da música instrumental portuguesa contemporânea. De salientar, o som do guitolão, instrumento idealizado por Carlos Paredes e construído pelo luthier Gilberto Grácio, do qual existem apenas dois exemplares no mundo, sendo este o único ainda tocado ao vivo, por António Eustáquio.

No dia seguinte, os G-Project deram a conhecer o Gipsy Jazz, ou Jazz Manouche, género com raízes no legado de Django Reinhardt que, no início do século XX, inverteu a influência musical entre a Europa e os Estados Unidos, criando um estilo ainda hoje seguido por guitarristas em todo o mundo.

O Parque Ecológico Urbano continua a afirmar-se como palco de iniciativas que unem arte e natureza, num espaço pensado para ser usufruído por toda a comunidade. 

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